segunda-feira, julho 09, 2007

casa velha

A casa muito velha

Numa casa velhinha, muito velha vivia uma fada que queria uma casa nova.
Porque aquela já era tão velha, mas tão velha, que a fada nem conseguia lá dormir.
De dia a cara da fada batia nas teias de aranha, as chávenas estavam rachadas e a porta nunca estava fechada. À noite a fada queria dormir e não conseguia, porque as janelas estavam sempre a bater umas nas outras e a roncar por causa do vento, quando ela se virava a cama estremecia (tremia e fazia barulho) e ela não dormia.
Parecia mais uma casa de bruxas!!!.
Até que um belo dia a fada fartou-se e foi à procura de uma nova casa.
Voou, voou e voou até que parou, em frente de uma casa que dizia ”vende-se” e a fada não esperou mais entrou e perguntou ao senhor quanto custava a casa. Este que viu logo que ia fazer negócio, disse que custava 300$.
A fada pensou, pensou e pensou mais um pouco, até que decidiu comprar a casa.
Passou uma semana e a fada começara, cada vez mais, a ter saudades da sua casa muito velha, mesmo muito velha.
No dia dos seus anos a fada decidiu ir ter com as suas amigas, com a sua casa velha, muito velha cada vez mais velha e com a floresta. Nunca mais quis sair de lá. Onde conseguia ver o luar, todas as noites, em cima da casa muito velha mesmo velha.



FIM

Patrícia

domingo, julho 08, 2007

Onde me perco

Onde me perco

Não sei onde
mas eu perco-me
nesse sonho
ou pesadelo

Ao luar ou
a cantar
por esse mar
vou a navegar

Num rumo
sem fim
em que me perco ali

O meu coração
é uma luz
como a estrela de jesus
não sei se me perco se me perdi
se estou perdida sem fim.

Patrícia

sábado, junho 23, 2007

Maré Baixa (continuação)

Continuação do texto "Maré Baixa" retirado do livro "A menina do mar" de Sophia de Mello Breyner Andersen.

...

- Uau! - exclamava o rapaz enquanto via aquele episódio magnífico.

Um mar azul, brilhante, como nunca antes visto. Seres marinhos e humanos lá dentro, dançavam, brincavam, faziam tudo e mais alguma coisa.

Aquele era o mar dos seus sonhos. Desde pequeno que sonhara com mares, e agora que acabara de encontrar aquele, não queria outra coisa.

Via no seu relógio que já eram horas de regressar a casa, mas nem nos seus pensamentos pensava numa coisa daquelas.

Coberto por algas, tentava passar sempre entre tudo o que lá havia. O pior de tudo é que não era habitado e o rapaz tinha pena que uma "cidade" daquelas não pudesse ser apreciada por ninguém.

Bem, o que é certo é que ele tinha sido o único que alguma vez vira uma coisa como aquela.

Agora sim, já se fazia tarde, tinha mesmo que se ir embora.

Com muita pena sua, desviou caminho e foi-se embora daquela cidade cheia de cor e vivência.



(Composição feita num teste de Português.)



Madalena Espada.

quinta-feira, junho 21, 2007

Os amigos verdadeiros

Não estava à espera, mas aconteceu. Aconteceu que muitos dos meus amigos me surprenderam, surprenderam ao darem-me força para o futuro e para lá do futuro.

Fizeram-me uma surpresa maravilhosa e alguns escreveram coisas maravilhosas. Isso foi o que me surpreendeu mais. Acontece que alguns amigos ao longo da vida nos surpreendem muito. Uns surpreendem bem outros mal.

Conclusão: ADORO OS MEUS AMIGOS!!!




Sofia

quarta-feira, junho 20, 2007

Consegui !!!!!!!!!!!!!!!!

Eu pela primeira vez eu consegui vir ao blogger .

Afinal nao e assim tão difícil .





Isto e "boeda" bacano!



Venham que isto é divertido!



(só faltou assinar... quem és tu? )

sexta-feira, junho 08, 2007

Os teus olhos


Os teus olhos são redondos como a lua
São lindos como o céu
Brilhantes como as estrelas
E castanhos como os meus.




Sofia

É maravilhoso

Quem me dera viver naquele mundo transparente, belo e encantador. Onde tudo é suave, e tudo é diferente, onde me perco e me sinto feliz.
Mas infelizmente nada é assim, apenas nele posso mergulhar e chapinhar, mas lá passar a vida será impossível. Sinto-me diferente e inspirada quando observo aquele infinito.
Algo fascinante que parece dançar conforme o seu estado de espírito. Eu diria que tem ouvidos. Sim! Ele parece que dança ao som do barulho das gaivotas e de tudo o que o rodeia. Ele vai e vem, vezes sem conta, formando uma espuma salgada onde naqueles dias mais escuros eu molho os pés.
É lá que eu me escondo ou isolo quando estou triste e revoltada, quando me chamam de incompreensível e me dão desprezo. É o único lugar onde me sinto tranquila e ninguém me aborrece. Onde consigo ouvir o som da felicidade e onde eu faço as escolhas para o resto da minha vida. Apenas ele me consegue acalmar e fazer sorrir e é onde eu encontro coisas maravilhosas e inacreditáveis.
Naquele lugar o cheiro predominante é um cheiro a maresia, o cheiro a algas, um cheiro fresco e refrescante.
Do meu quarto tenho vista para aquele azul imenso e, todos os dias de manhã, quando abro a porta de casa aquele cheiro fresco e refrescante desperta em mim uma vontade súbita de voltar a ter nos meus olhos aquele brilho azul.
Não há melhor local para escrever ou para estudar. É calmo e pacato.
Aquilo de que vos falo é frágil, sensível, suave, leve,… Perco-me com ele…
Mas nem tudo é assim, também se revolta e faz uns estrondos, exerce dores, mas não deixa de ser lindo … dá voltas e mais voltas mas acaba por se acalmar e fica liso e calmo como eu gosto de o apreciar.
É fantástico não é?... Eu conheço-o com o nome de mar, mas ele é mais do que uma palavra, ele é a minha companhia a luz do meu caminho a percorrer pela vida fora.


Teresa L.

quinta-feira, junho 07, 2007

A menina do mar

Escondido, atrás do rochedo, o rapaz, imóvel e calado, olhava.
Ele nem conseguia acreditar no que via, era uma coisa espantosa!
A menina dançava graciosamente, ao sabor da espuma das ondas do mar. A água parecia cristalina!
Então o rapaz saiu de trás do rochedo.
A menina, o polvo, o peixe e o caranguejo fugiram.
E então o rapaz gritou:
- Voltem aqui! Eu não vos faço mal! Eu quero conhecer–vos!
Então a menina apareceu, e disse:
- Olá.
- Olá. - respondeu o rapaz. – Quem és tu?
- Eu sou a menina do Mar. Se queres conhecer-me então vem.
- Para aonde?
- Para o fundo das águas.
Então o rapaz mergulhou e viu o fundo do mar. Era lindo! Estava cheio de corais, via–se o reflexo da água, os golfinhos e os cardumes de peixes prateados e dourados.
A menina apresentou os seus amigos e depois dançaram todos juntos.
A seguir o rapaz, embalado pela beleza da menina e do fundo do mar, voltou para casa.

Raquel
(Composição feita num teste de Língua Portuguesa)

terça-feira, junho 05, 2007

Ao aluno

Para que é preciso ter um piano?
O melhor é ter ouvidos
E amar a Natureza.


feito por: Fernando Pessoa

e passado por: Rita Bastos

quinta-feira, maio 31, 2007

poema

-Sabedoria!
Nem toda a gente tem
Pois para ter
É preciso saber.

-Saber?!
-Sim, saber
Saber onde se encontra
Nos livros
Hás-de aprender.

-Aprender?!
-Aprender onde se encontra.
-Encontra-se no paraíso?
-Não, no portal do saber.

Sara

quarta-feira, maio 30, 2007

sábado, maio 05, 2007

Algo que não sei explicar...

Não sou especialista em qualquer tipo de coisa, mas acho que com a vida vamos tendo algumas surpresas e vão-nos pregando algumas rasteiras. É assim que aprendemos a aproveitar a vida.
Nunca devemos virar-lhe as costas, nem vivê-la como sendo um grande sacrifício. Porque viver é uma oportunidade única.
Quando somos novos devemos aproveitar todas as oportunidades que se vão atravessando ao longo do caminho, e devemos viver um dia de cada vez e com o objectivo de viver sempre mais um dia uma hora ou um minuto, o que for.
Nos nossos momentos de maior aflição a inteligência é sagrada. Devemos pensar antes de agir. Porque nunca estamos sozinhos temos a cabeça connosco (a inteligência).
Contudo devemos tentar lidar com as coisas ou situações de maneira calma e correcta. Quando algo não nos corre bem, não devemos tratar as pessoas que nos rodeiam com reflexão da situação em que nos encontramos.
Quanto às pessoas, não as devemos julgar por aquilo que elas são por fora, mas sim por aquilo que valem. Porque não há ninguém perfeito, mas quando adoramos uma pessoa não é apenas um defeito que nos vai tirar o fascínio por ela.

Teresa L.

segunda-feira, abril 30, 2007

Azul!!

Azul
É o nosso planeta.
É a cor do céu
e a cor do mar
das flores do campo
e das noites de luar.
É a cor da safira
e do balão que sobe no ar
das penas do pavão
e do teu doce olhar.


feito por: Rita Bastos

domingo, abril 29, 2007

Os olhos

Várias cores eles podem ter:
azul, verde, castanho é só escolher:
Se castanho é, uma azeitona lembrará;
se a cor do céu tem, o azul não engana ninguém;
se é do verde que falta falar aí relva nos faz lembrar.
Há uns grandes, uns pequenos,uns rebeldes engatatões
uns doces uns amargos e uns em forma de limões.
Há uns que dizem que sim há outros que dizem que não
há ainda os que respondem talvez, ai mas que grande confusão.


Madalena E e Teresa L
Vamos lá ver o desenho que eu fiz para área de projecto. Deu-me muito trabalho, mas acho que valeu a pena.



Madalena Espada.

sexta-feira, abril 27, 2007

Poucas das cores

Das cores vos vou falar
Sobre elas vou contar
Como se podem fazer
E como isso pode acontecer.
Para o cor de laranja aparecer
A mistura do amarelo e do vermelho
Foi preciso suceder
O azul nos faz lembrar
O céu e também o mar.
O verde pois então
Um campo um pinhal
Uma paisagem florestal





TERESA L.

sábado, abril 14, 2007

Estimar ângulos...

Turbêturma, vamos lá a treinar essas estimativas!
Da prof. de Matemática





quinta-feira, abril 12, 2007

Um amigo Matemático!!

Era uma vez um matemático chamado Pato Donald ele era muito divertido. Ele só gostava de enventar coisas sobre matemática, por exemplo: jogos , livros ,experiências de números e muitas outras coisas.
Um dia à tarde ele foi dar um passeio com o seu pássaro o Engenhocas. Estavam a caminhar quando viram uma senhora com dúvidas nas contas e ele todo enervado por saber que uma pessoa não sabe matemática foi lá ajudá-la com as contas . Chegou-se à senhora e disse:

- Olá , minha senhora !Precisa de ajuda com as contas ?

E ela respondeu:

-Preciso sim ,meu amigo. É que, sabe, eu como ja sou um bocadinho velhota ja não consigo ver muito bem os números e a minha cabeça já não é o que era para fazer as contas .

Então o matemático muito inteligente começou a calcular, para saber o resultado que iria dar. Depois de calcular disse à velhota:

-Pronto já está. Mas tem de treinar bem estas contas.

A velhota toda sorridente disse:

-Obrigada, meu senhor!

E ele todo contente por ter feito uma boa acção correu para casa para fazer mais um bocadinho dos seus deveres ,ensinar o seu passáro a fazer contas de subtrair, adicionar ,multiplicar e de dividir!

E assim o matemático teve a sua aventura matemática!!!!

Trabalho realizado por:Rita Bastos

sábado, abril 07, 2007

O meu Jardim é Famoso!

Ora vejam lá como é bonita:

Pois... hoje estava eu muito bem no meu jardim quando vi o Papilio Machaon ou seja a Borboleta mais bela de Portugal. Era muito grande, amarela, preta e três manchas: duas azuis e uma vermelha. É muito bonita!
Francisco N.
P.S.- Estas imagens foram tiradas do google, não tive tempo de tirar fotografia.

domingo, março 11, 2007

Trabalhos de Ciências...

Completa-se assim a divulgação dos trabalhos de Ciências sobre os animais.
Desta vez utilizou-se o PICASA do Google para os partilhar.

Ora vejam lá!

(Basta "clicar" sobre a imagem e, depois, ao chegarem ao álbum, escolhem no topo: Apresentação de Slides)

Trabalhos CN 5B